domingo, 7 de agosto de 2011

Alimentação viva - O que é?

Falar em alimento vivo, é falar em vitalidade. A vitalidade que vem dos alimentos. Quando colhemos uma maçã, ela está cheia de vitalidade. Agora, se vamos consumir esta mesma maçã muitos dias depois, aos poucos ela perderá essa vitalidade. Então, quanto mais tempo demorar para você consumir essa fruta ou outra qualquer, menos vida ela terá, menos benefícios ela trará para você.

Alimentação viva é consumir energia vital, que encontramos nas sementes germinadas, nos brotos, nas frutas e hortaliças. As sementes germinadas, em especial, potencializam a energia vital em porcentagem muito maior que qualquer alimento, pois ela está no momento de gerar vida, uma outra plantinha está nascendo.


Por isso vamos agora pensar em frutas, verduras, legumes, brotos e sementes. Muitas sementes. Tudo muito natural. A natureza nos oferece tudo. O homem é que complica.

Outra característica muito importante na alimentação viva, e que eu, durante todo o meu desconhecimento sobre essa alimentação, não sabia, são as enzimas. As enzimas estão presentes no alimento vivo. O alimento que vai ao fogo a uma temperatura acima de 45º perde essas enzimas. E elas são de vital importância para o processo digestivo.

O conhecimento dos benefícios de uma alimentação crua e viva remonta à época de Hipócrates. A chamada dieta hipocrática tinha como lema: “Que o alimento seja o seu medicamento, e que o medicamento seja o seu alimento”. Esse conceito atravessou séculos e vem crescendo nos últimos anos. No Rio de Janeiro, encontrou suporte com a professora Ana Branco da PUC - Rio de Janeiro, hábil em unir arte com saúde; depois, em 1997, com a médica e ambientalista dra. Maria Luiza Branco, que criou o projeto Terrapia em promoção da saúde, no Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSE) da Escola Nacional de Saúde Pública-Fiocruz, onde comecei a me interar sobre a culinária viva.

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