domingo, 31 de julho de 2011

ALIMENTAÇÃO VIVA AOS 50

Por Mariza Paranhos


Resolvi fazer este blog para compartilhar minha experiência com a alimentação viva. Tenho 53 anos e conheci a Alimentação Viva por acaso. Posso dizer que foi um acontecimento daqueles que ocorrem em nossas vidas para ser marcante. E para mim foi muito, pois me proporcionou parar com os remédios que tomava (corticosteroides, fitoterápicos etc.) para aliviar as dores que sentia, decorrentes da artrite psoriática. 

Tomei medicamentos durante 25 anos. Para evitar os medicamentos alopáticos, procurava tratamentos alternativos, como acupuntura e fitoterapia. Meu médico e fitoterapeuta aconselhou-me, no início do tratamento, a parar de consumir proteína animal. Com isso, deixei de comer carne vermelha, carne branca, leite e seus derivados. Como foi difícil!

O sacrifício, porém, valeu a pena. E como valeu!!! Reduzi meu peso, pois estava inchada com a medicação que tomava. Os sintomas da psoríase diminuíram 80%. Com isso, o médico, aos poucos, retirou a cortisona da medicação, a qual era um dos remédios indicados para o tratamento da artrite.

Passado mais ou menos 1 ano, em razão do quadro de melhora, ele permitiu que eu reintroduzisse a minha dieta peixe branco, galinha caipira e carne de rã. Aos poucos, porém, não resisti à tentação de voltar a comer pizza e queijo, muito queijo. Todo ato tem sua resposta, e a gente percebe isso com a própria experiência. 

Depois de alguns meses, as dores já não passavam apenas com fitoterápicos, e a psoríase voltou a atacar. Conclusão: voltei para a cortisona.

Em agosto de 2005, no entanto, decidi que eu não tomaria mais cortisona. E assim foi. Um outro analgésico passou a substituir a prednisolona (cortisona) na fórmula receitada. Mantive o tratamento sem cortisona até dezembro de 2010, quando já estava há 4 meses praticando a alimentação viva...

Próximo post: O que é Alimentação Viva?

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