domingo, 28 de agosto de 2011

Como me sinto aos 53 anos?

Feliz, com vontade de aprender sempre mais, livre de dores. Em 11 meses, emagreci 10 kg. Me sinto mais ágil, menos cansada. Todos os dias ao me levantar de manhã tomo um copo de água e faço reflexologia nos pés.
Logo em seguida, tomo mais um copo de água, sempre aos goles, nunca de uma vez só. Não sinto nenhuma dor ao caminhar e meus pés ficam muito leves. Essa é uma das características boas da reflexologia.
Tomo então a medida de um copo de licor de cloreto de magnésio, como uma porção de alguma fruta (mamão, abacate ou manga) e depois preparo o suco de clorofila. O suco de clorofila me deixa disposta durante toda a manhã.
Se sentir fome antes do almoço, como uma fruta ou sementes oleaginosas germinadas, que devo ter sempre à mão para os momentos de fome.

Próximo post: Cloreto de magnésio.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Conhecendo o Terrapia

Em agosto de 2010, comecei a cursar os seminários do Terrapia – projeto que ensina os caminhos para a alimentação viva – no Rio de Janeiro, RJ.

Inicialmente, tomava 1 suco de clorofila por semana, durante as aulas. Passados 2 meses, já com o suco de clorofila sendo tomado de 3 a 4 vezes por semana, comecei a diminuir a dose de minha medicação, tomando-a dia sim, dia não, depois pulando 2 dias, 3 dias, 1 semana, e, assim, sucessivamente até que parei com a medicação completamente.

Ela já não era necessária, pois não sentia dores. Agora, caminho e meus pés não doem mais. Sinto-me disposta o dia todo. Outra coisa que me incomodava antes de começar a tomar o suco de clorofila e a comer alimentação viva era que ao acordar de manhã meu lado esquerdo estava sempre adormecido. Também passaram os sintomas da menopausa, os calores e o mal-estar.

Hoje, faço e tomo o suco de clorofila todos os dias. Ele é o meu café da manhã, ou melhor, meu “suco-da-manhã”. Almoço salada viva com brotos e sementes e um prato vivo preparado com sementes germinadas e um legume. À noite, preparo uma salada ou frutas ou leite de sementes oleaginosas germinadas batido com uma fruta, é uma delícia. Você tem que experimentar!

Às vezes, sinto vontade de consumir a comida tradicional e até provo da que preparo para a família. Sei que a persistência e os benefícios que tenho adquirido com o suco de clorofila e a alimentação viva me ajudarão a chegar nos 100% da minha dieta viva!

Próximo post: Como me sinto aos 53 anos?

domingo, 7 de agosto de 2011

Alimentação viva - O que é?

Falar em alimento vivo, é falar em vitalidade. A vitalidade que vem dos alimentos. Quando colhemos uma maçã, ela está cheia de vitalidade. Agora, se vamos consumir esta mesma maçã muitos dias depois, aos poucos ela perderá essa vitalidade. Então, quanto mais tempo demorar para você consumir essa fruta ou outra qualquer, menos vida ela terá, menos benefícios ela trará para você.

Alimentação viva é consumir energia vital, que encontramos nas sementes germinadas, nos brotos, nas frutas e hortaliças. As sementes germinadas, em especial, potencializam a energia vital em porcentagem muito maior que qualquer alimento, pois ela está no momento de gerar vida, uma outra plantinha está nascendo.


Por isso vamos agora pensar em frutas, verduras, legumes, brotos e sementes. Muitas sementes. Tudo muito natural. A natureza nos oferece tudo. O homem é que complica.

Outra característica muito importante na alimentação viva, e que eu, durante todo o meu desconhecimento sobre essa alimentação, não sabia, são as enzimas. As enzimas estão presentes no alimento vivo. O alimento que vai ao fogo a uma temperatura acima de 45º perde essas enzimas. E elas são de vital importância para o processo digestivo.

O conhecimento dos benefícios de uma alimentação crua e viva remonta à época de Hipócrates. A chamada dieta hipocrática tinha como lema: “Que o alimento seja o seu medicamento, e que o medicamento seja o seu alimento”. Esse conceito atravessou séculos e vem crescendo nos últimos anos. No Rio de Janeiro, encontrou suporte com a professora Ana Branco da PUC - Rio de Janeiro, hábil em unir arte com saúde; depois, em 1997, com a médica e ambientalista dra. Maria Luiza Branco, que criou o projeto Terrapia em promoção da saúde, no Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSE) da Escola Nacional de Saúde Pública-Fiocruz, onde comecei a me interar sobre a culinária viva.