Antes de conhecer e praticar a alimentação viva eu já conhecia os benefícios do cloreto de magnésio. Ele é um composto químico inorgânico encontrado principalmente na água do mar.
O alimento vivo nos proporciona o consumo do magnésio, através das sementes germinadas, dos produtos integrais e das folhas verdes.
O suco de clorofila é rico em magnésio, porque ele é feito com folhas verdes, de onde se extrai a clorofila.
O padre Beno José Schorr, que era professor de Física, Química e Biologia no Colégio Catarinense, em Florianópolis, recomenda a todos, em seu artigo , tomar um copo de licor de cloreto de magnésio p.a. (p.a. = para análise).
Obs.: Passar o mouse na palavra artigo e clicar para ver mais informações sobre o artigo do padre Beno.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Como me sinto aos 53 anos?
Feliz, com vontade de aprender sempre mais, livre de dores. Em 11 meses, emagreci 10 kg. Me sinto mais ágil, menos cansada. Todos os dias ao me levantar de manhã tomo um copo de água e faço reflexologia nos pés.
Logo em seguida, tomo mais um copo de água, sempre aos goles, nunca de uma vez só. Não sinto nenhuma dor ao caminhar e meus pés ficam muito leves. Essa é uma das características boas da reflexologia.
Tomo então a medida de um copo de licor de cloreto de magnésio, como uma porção de alguma fruta (mamão, abacate ou manga) e depois preparo o suco de clorofila. O suco de clorofila me deixa disposta durante toda a manhã.
Se sentir fome antes do almoço, como uma fruta ou sementes oleaginosas germinadas, que devo ter sempre à mão para os momentos de fome.
Próximo post: Cloreto de magnésio.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Conhecendo o Terrapia
Em agosto de 2010, comecei a cursar os seminários do Terrapia – projeto que ensina os caminhos para a alimentação viva – no Rio de Janeiro, RJ.
Inicialmente, tomava 1 suco de clorofila por semana, durante as aulas. Passados 2 meses, já com o suco de clorofila sendo tomado de 3 a 4 vezes por semana, comecei a diminuir a dose de minha medicação, tomando-a dia sim, dia não, depois pulando 2 dias, 3 dias, 1 semana, e, assim, sucessivamente até que parei com a medicação completamente.
Ela já não era necessária, pois não sentia dores. Agora, caminho e meus pés não doem mais. Sinto-me disposta o dia todo. Outra coisa que me incomodava antes de começar a tomar o suco de clorofila e a comer alimentação viva era que ao acordar de manhã meu lado esquerdo estava sempre adormecido. Também passaram os sintomas da menopausa, os calores e o mal-estar.
Hoje, faço e tomo o suco de clorofila todos os dias. Ele é o meu café da manhã, ou melhor, meu “suco-da-manhã”. Almoço salada viva com brotos e sementes e um prato vivo preparado com sementes germinadas e um legume. À noite, preparo uma salada ou frutas ou leite de sementes oleaginosas germinadas batido com uma fruta, é uma delícia. Você tem que experimentar!
Às vezes, sinto vontade de consumir a comida tradicional e até provo da que preparo para a família. Sei que a persistência e os benefícios que tenho adquirido com o suco de clorofila e a alimentação viva me ajudarão a chegar nos 100% da minha dieta viva!
Próximo post: Como me sinto aos 53 anos?
domingo, 7 de agosto de 2011
Alimentação viva - O que é?
Falar em alimento vivo, é falar em vitalidade. A vitalidade que vem dos alimentos. Quando colhemos uma maçã, ela está cheia de vitalidade. Agora, se vamos consumir esta mesma maçã muitos dias depois, aos poucos ela perderá essa vitalidade. Então, quanto mais tempo demorar para você consumir essa fruta ou outra qualquer, menos vida ela terá, menos benefícios ela trará para você.
Alimentação viva é consumir energia vital, que encontramos nas sementes germinadas, nos brotos, nas frutas e hortaliças. As sementes germinadas, em especial, potencializam a energia vital em porcentagem muito maior que qualquer alimento, pois ela está no momento de gerar vida, uma outra plantinha está nascendo.
Por isso vamos agora pensar em frutas, verduras, legumes, brotos e sementes. Muitas sementes. Tudo muito natural. A natureza nos oferece tudo. O homem é que complica.
Por isso vamos agora pensar em frutas, verduras, legumes, brotos e sementes. Muitas sementes. Tudo muito natural. A natureza nos oferece tudo. O homem é que complica.
Outra característica muito importante na alimentação viva, e que eu, durante todo o meu desconhecimento sobre essa alimentação, não sabia, são as enzimas. As enzimas estão presentes no alimento vivo. O alimento que vai ao fogo a uma temperatura acima de 45º perde essas enzimas. E elas são de vital importância para o processo digestivo.
O conhecimento dos benefícios de uma alimentação crua e viva remonta à época de Hipócrates. A chamada dieta hipocrática tinha como lema: “Que o alimento seja o seu medicamento, e que o medicamento seja o seu alimento”. Esse conceito atravessou séculos e vem crescendo nos últimos anos. No Rio de Janeiro, encontrou suporte com a professora Ana Branco da PUC - Rio de Janeiro, hábil em unir arte com saúde; depois, em 1997, com a médica e ambientalista dra. Maria Luiza Branco, que criou o projeto Terrapia em promoção da saúde, no Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSE) da Escola Nacional de Saúde Pública-Fiocruz, onde comecei a me interar sobre a culinária viva.
domingo, 31 de julho de 2011
ALIMENTAÇÃO VIVA AOS 50
Por Mariza Paranhos
Resolvi fazer este blog para compartilhar minha experiência com a alimentação viva. Tenho 53 anos e conheci a Alimentação Viva por acaso. Posso dizer que foi um acontecimento daqueles que ocorrem em nossas vidas para ser marcante. E para mim foi muito, pois me proporcionou parar com os remédios que tomava (corticosteroides, fitoterápicos etc.) para aliviar as dores que sentia, decorrentes da artrite psoriática.
Resolvi fazer este blog para compartilhar minha experiência com a alimentação viva. Tenho 53 anos e conheci a Alimentação Viva por acaso. Posso dizer que foi um acontecimento daqueles que ocorrem em nossas vidas para ser marcante. E para mim foi muito, pois me proporcionou parar com os remédios que tomava (corticosteroides, fitoterápicos etc.) para aliviar as dores que sentia, decorrentes da artrite psoriática.
Tomei medicamentos durante 25 anos. Para evitar os medicamentos alopáticos, procurava tratamentos alternativos, como acupuntura e fitoterapia. Meu médico e fitoterapeuta aconselhou-me, no início do tratamento, a parar de consumir proteína animal. Com isso, deixei de comer carne vermelha, carne branca, leite e seus derivados. Como foi difícil!
O sacrifício, porém, valeu a pena. E como valeu!!! Reduzi meu peso, pois estava inchada com a medicação que tomava. Os sintomas da psoríase diminuíram 80%. Com isso, o médico, aos poucos, retirou a cortisona da medicação, a qual era um dos remédios indicados para o tratamento da artrite.
Passado mais ou menos 1 ano, em razão do quadro de melhora, ele permitiu que eu reintroduzisse a minha dieta peixe branco, galinha caipira e carne de rã. Aos poucos, porém, não resisti à tentação de voltar a comer pizza e queijo, muito queijo. Todo ato tem sua resposta, e a gente percebe isso com a própria experiência.
Depois de alguns meses, as dores já não passavam apenas com fitoterápicos, e a psoríase voltou a atacar. Conclusão: voltei para a cortisona.
Em agosto de 2005, no entanto, decidi que eu não tomaria mais cortisona. E assim foi. Um outro analgésico passou a substituir a prednisolona (cortisona) na fórmula receitada. Mantive o tratamento sem cortisona até dezembro de 2010, quando já estava há 4 meses praticando a alimentação viva...
Próximo post: O que é Alimentação Viva?
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Bem-vindos à alimentação VIVA
Olá,
Meu nome é Mariza Lopes Paranhos e tenho 53 anos.
Sou adepta da alimentação viva. E vou explicar neste blog o que isso significa na prática.
Espero que você também se apaixone e adote hábitos mais saudáveis em sua rotina diária.
Venha comigo!
Um abraço,
Mariza
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